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A importância da mamografia para diagnóstico precoce do câncer de mama


O câncer de mama se caracteriza pela proliferação anormal, de forma rápida e desordenada, das células do tecido mamário. A doença se desenvolve em decorrência de alterações genéticas. Porém, isso não significa que os tumores da mama são sempre hereditários.

Estima-se que cerca de 3% das mortes femininas no país ocorram em decorrência do câncer de mama. A falta de informação, segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), ainda é a principal causa dessa estatística. 

Ainda de acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia, muitas dessas mortes poderiam ser evitadas se houvesse um diagnóstico precoce. Quando o câncer é diagnosticado logo no início, as chances de cura aumentam significativamente.

Para a realização da mamografia é utilizado um aparelho de raios-x chamado mamógrafo. Com ele é possível identificar nódulos e calcificações antes mesmo que essas ocorrências sejam perceptíveis ao toque.

O exame pode ser solicitado pelo médico ginecologista ou até mesmo pelo clínico geral. Apesar de não invasivo, pode ser desconfortável para alguns pacientes, pois as mamas precisam ser comprimidas.

Para a realização do exame a mulher deve ficar de pé em frente ao mamógrafo e a seguir, cada uma das mamas é comprimida, para a obtenção das imagens. O resultado da mamografia deve ser avaliado pelo médico que pediu o exame para que seja identificado o diagnóstico correto e iniciado o tratamento adequado.

Os resultados da mamografia, são padronizados internacionalmente, utilizando o sistema de classificação BI-RADS, numa escala de 1 a 6, onde o 1 significa que o resultado está normal e o 5 e 6 provavelmente são indicativos de câncer de mama.

A mamografia deve ser realizada após os 35 anos de idade em mulheres que possuem mães ou avós com câncer de mama e por todas as mulheres com mais de 40 anos, pelo menos 1 vez a cada 2 anos ou todos os anos, como exame de rotina.

O câncer de mama é o segundo mais comum entre as mulheres no Brasil, mas quando descoberto numa fase inicial possui boas chances de cura e é por isso que é recomendada a realização da mamografia a fim de identificar quando surge alguma alteração, suas características, formato e composição.

Por isso mesmo que você já tenha realizado mais de 3 vezes esse exame e não tenha notado nenhuma alteração, ainda assim deve continuar realizando a mamografia todos os anos ou sempre que o ginecologista pedir.